sábado, dezembro 06, 2008
quarta-feira, novembro 05, 2008
Eduardo Galeano sobre a vitória de Obama
AMY GOODMAN: I want to talk about this global election. I want to you stay on with us, Professor Lacewell, as we move south. We’re joined right now by Eduardo Galeano, one of the most celebrated writers of Latin America.
We’re talking about a global figure here. Barack Obama, born in Hawaii to a white mother from Kansas and a black father from Kenya, raised in his childhood years in Indonesia, then sent back to Hawaii and raised by his white grandparents. His grandmother just died on the eve of this election. He then heads off to California for college and then to Columbia, then on to Chicago to community organize, then to Harvard Law School, then back to Chicago, runs for state senate, then becomes senator. He’s just a first-term senator when he announces his intention to run for president of the United States. Last night, elected, the first African American president of the United States of America.
Eduardo Galeano, you were born in Uruguay in 1940, imprisoned, forced to leave the country following the 1973 military coup. Among your many, many books, Memory of Fire and The Open Veins of Latin America. Have you been watching this election? And what is your response?
EDUARDO GALEANO: Well, Amy—you are Amy, right?
AMY GOODMAN: I am.
EDUARDO GALEANO: Hello.
AMY GOODMAN: Hi.
EDUARDO GALEANO: Amy for president. Congratulations for your prize. I have just received the news, the good news. You have received a prize, Nobel alternative prize, it’s true?
AMY GOODMAN: The Right Livelihood Award, yes.
EDUARDO GALEANO: Well, it’s just something like proof that justice exists, so I’m happy about it. And about your question, how was it? How do I see this?
AMY GOODMAN: Your response to the election of Barack Obama as president.
EDUARDO GALEANO: Yes, yes. Well, as almost everybody else, I’m happy about it. I mean, I received it as a victory in the long, difficult struggle against racism. And it doesn’t imply that Obama may be better because he’s half-black. It’s like you, like women. I am always writing about the rights of women, black, Indians, too, equality of rights, but it doesn’t imply that I believe in your superiority. We are all half-gold and half-rubbish. It doesn’t depend on the gender or the color of the skin.
AMY GOODMAN: What is the response in Uruguay to Barack Obama? I mean, it is a first, but also, his views of Latin America, when it comes, for example, to President Chavez of Venezuela, he has been as harsh as the Republicans, though he does say that leaders should talk to each other without precondition.
EDUARDO GALEANO: Yes, yes. I’m worried about the repetition of this dangerous, toxic word, “leadership.” I have heard this word said by Obama and also by McCain, and I usually hear it with a dangerous frequency in all the—in almost all the politicians in the United States, and about Latin America, it’s usual to say, “We should recover our leadership in Latin America.” We don’t need any foreign leadership. Let it be. Let reality be as it wants to be, with no ruling state deciding the destiny of other countries. Please, no more. Stop with this tradition of the messianic mission of, you know, saving the world. No, it has been terrible during so many years, even centuries. No. Perhaps this crisis, this present crisis, so strong and terrible, may give something like a violent shower of realism and humility to this new government, who is beginning now—which is beginning now.
AMY GOODMAN: What would you most like to see, from your perspective in Montevideo in Uruguay? What would you most like to see the United States of America represent, Eduardo Galeano?
EDUARDO GALEANO: What I would most like to see? Well, I would like that Obama, who has now tremendous, historic opportunity, that he never forgets that he’s now going inside the White House. The White House will be his house in the time coming, but this White House was built by black slaves. And I’d like, I hope, that he never, never forgets this.
quarta-feira, outubro 22, 2008
telepatia
As pessoas mudam de celular, mas a sintonia entre elas continua a mesma. E nem uma mensagem funciona tão bem quanto um pensamento forte.
Combinações não dão certo, mas vez ou outra encontramos a pessoa certa ao dobrar uma esquina.
Saudade das mesmas coisas, no mesmo momento, que levam a ler as mesmas cartas, à quilômetros de distância...
E quando nem com um olhar decifro o que o outro pensa, eu acho estranho. Certas pessoas criam uma barreira que minha imaginação curiosa insiste em ultrapassar...
domingo, setembro 07, 2008
quinta-feira, agosto 21, 2008
Morango e Chocolate

Essa história de morango e chocolate fez eu lembrar uma coisa...
Acho que deu pra perceber que no post anterior quando eu falei em companhia perfeita, eu falei em amor.
Bom, não deixa de ser amor a amizade. E não tem combinação melhor para se divertir na noite porto alegrense (e para comprar sapatos) do que a Roberta! Ficou muito mais fácil viver em Porto Alegre desde ela veio para cá! :)
Feliz aniver, amiga!
O doce perfeito

leite condensado no fogo (branquinho), sem deixar endurecer
morangos
chocolate meio amargo garoto derretido em banho maria com creme de leite
eu fiz. ficou tri bom.
mas perfeito mesmo, só o da minha mãe! :)
melhor ainda se o doce perfeito acompanha a companhia perfeita. vice-versa.
até vale a pena comer menos pra comer com.
sexta-feira, agosto 15, 2008
Estou apaixonada...
quarta-feira, junho 11, 2008
14/08/06
Quando era criança eu pensava no que eu era antes de nascer. Onde eu estava, se estava... Como era não ser? Nunca ter sido? Anônima pro mundo e pra mim mesma. Sentia um vazio enorme e um aperto no peito... Não sei porquê, mas, na minha mente infantil, eu estava sozinha em um corredor pequeno com algumas portas. SOZINHA.
Será que querer morrer é querer voltar pra este corredor e entrar no mundo por uma nova porta? Não, acho que não. Seria muito otimismo para quem desistiu de viver.
domingo, junho 08, 2008
Bolo Peteleco
* 3 xícaras rasas de farinha de trigo
* 2 xícaras de açúcar
* 1 xícara de chocolate em pó
* 1 xícara de óleo
* 2 ovos
* 1 colher (chá) de fermento em pó
* 1 colher (chá) de bicarbonato
* 1/2 colher (chá) de sal
- Mistue levemente.
- Acrescente a seguir 2 xícaras de água fervente.
- Misture bem.
- Despeje a massa em uma forma untada.
- Asse em forno quente (200°C) de 10 a 15min. [Quando eu faço sempre leva mais tempo. Depois de 15 min, eu enfio um palitinho bem no meio. Se ele volta limpinho, tá pronto.]
- Depois de pronto coloque a cobertura.
COBERTURA DE CHOCOLATE
- Peneire 250g de açúcar.
- Junte:
* 2 colheres (sopa) de manteiga.
* 2 colheres (sopa) de chocolate em pó.
* 3 colheres (sopa) de água.
- Misture todos os ingredientes e leve ao fogão para dissolver.
- Empregue logo a seguir.
quinta-feira, maio 29, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
dois patinhos na lagoa
Acho que eu ouvi demais xuxa quando criança e aquela música ficou no meu subconsciente : "hoje é o SEU dia! que dia mais feliz!"
É o dia em que eu me dou o direito de ser egoísta, de querer todas atenções pra mim. Que eu fico esperando que todos meus amigos se lembrem de mim e me digam coisas legais. Que eu ganhe presentes que eu sempre quis e nem sabia. Eu espero surpresas, que nunca vão acontecer, porque eu fico esperando, então não seriam surpresas!
É difícil admitir esse meu lado egocêntrico, mas fiz isto com o intuito de não me sentir sozinha nisso. Porque eu já ouvi de várias pessoas "eu não gosto de fazer aniversário", e as desculpas são várias: é ruim envelhecer, receber "parabéns" por estar vivo, cinismo de algumas pessoas ao nos felicitarem, etc. Mas não sei se acredito... Desconfio que pelo menos 80% destas apenas perceberam que o dia não é delas. Se decepcionaram com a ausência de um amigo querido numa festinha, com o esquecimento de alguém, com a indiferença de outros... Esperaram um presente e não ganharam nada. Queriam uma declaração e receberam um "parabéns" seco.
Me sinto aquela guriazinha que quando tava na 3ª série chorou quando viu os colegas populares rasgando o convite pra festinha dela no recreio.
Talvez no meu 44º aniversário eu já tenha aprendido que o que importa não é um dia especial. Que amigo não é aquele que lembra de mim no dia do meu aniversário, e sim que lembra de mim pra conversar, pra rir, pra chorar, seja que dia for. Que tem muito mais valor um presente sem data. E que não tem presente maior do que o amor de alguém.
segunda-feira, maio 19, 2008
felicidade das coisas
quarta-feira, maio 14, 2008
quinta-feira, março 27, 2008
draminha
domingo, março 09, 2008
eu adoro QUALQUER COISA!
Composição: Caetano Veloso
Esse papo já tá qualquer coisa
Você já tá pra lá de Marraqueche
Mexe
Qualquer coisa dentro, doida
Já qualquer coisa doida
Dentro mexe
Não se avexe não
Baião de dois
Deixe de manha, 'xe de manha, pois
Sem essa aranha! Sem essa aranha!
Sem essa, aranha!
Nem a sanha arranha o carro
Nem o sarro aranha a Espanha
Meça: Tamanha!
Meça: Tamanha!
Esse papo seu já tá de manhã.
Berro pelo aterro
Pelo desterro
Berro por seu berro
Pelo seu erro
Quero que você ganhe
Que você me apanhe.
Sou o seu bezerro
Gritando mamãe.
Esse papo meu tá qualquer
coisa
E você tá pra lá de Teerã


